quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Edivaldo Bernardo: “Carreata em Belém enfraqueceu a campanha do Não”

Presidente do Comitê Pró-Tapajós afirma que mobilização ao SIM está grande

 A menos de três semanas para o Plebiscito sobre a divisão territorial do Pará que acontece no próximo dia 11 de dezembro, o presidente do Comitê Pró-Estado do Tapajós, Edivaldo Bernardo, declarou que a carreata que ocorreu no último final de semana em Belém foi um atenuante para o Sim e um agravante para o Não.
Participaram da carreata centenas de pessoas da região metropolitana de Belém e de cidades do Oeste do Pará, como Santarém, Itaituba, Oriximiná, Monte Alegre, Rurópolis e Altamira.
Além das carreatas que estão acontecendo tanto na capital quanto em cidades do Oeste do Pará, os programas na rádio e na televisão, segundo o professor Edivaldo Bernardo, estão fazendo a diferença na campanha, juntamente com a distribuição de material gráfico, como panfletos e cartazes.
“Isso está sendo um aliado aos programas de rádio e televisão, fazendo com que ganhamos bastantes adeptos. Belém é o grande foco e quebramos muita resistência e hoje temos menos dificuldades. A carreata envolveu pessoas de Belém e outras que foram daqui da região”, lembra o militante.
De acordo com Edivaldo Bernardo, a mobilização a favor do Sim ao Tapajós está grande em Santarém e outros municípios da região Oeste do Pará, como Itaituba, Altamira, Rurópolis, Monte Alegre, Oriximiná, entre outros.
Ele ressalta que o dia do Plebiscito está se aproximando e, que as pessoas estão se envolvendo mais em relação a campanha, além de ações do Comitê que estão se intensificando até o dia do pleito, principalmente com muitas viagens de representantes da Frente Pró-Estado do Tapajós.
“Acreditamos que estamos indo muito bem. O programa do Sim está muito bom e, em Belém existem mais de 200 pessoas trabalhando na campanha e com isso temos certeza que estamos avançando muito”, acredita o professor.
CAMPANHA EM MANAUS – Em relação aos paraenses que trabalham e moram em Manaus, o professor Edivaldo Bernardo afirma que não existe a possibilidade de serem colocadas urnas na capital do Amazonas, no dia da votação, 11 de dezembro. Ele explica que todos os paraenses que trabalham e moram naquela cidade, devem votar na região Oeste do Pará.
“Está havendo uma campanha muito grande, com a adesão de muita gente, porque estamos trabalhando e esclarecendo que as pessoas venham votar em cidades do Oeste do Pará. Existem pessoas em Roraima, no Amapá e muitos paraenses em Manaus todas essas pessoas devem votar na região”, assegura o professor Edivaldo.   
Fonte: RG 15/O Impacto
 

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