terça-feira, 13 de dezembro de 2011

E agora?

  
O governo usou todo o seu poder, a elite empresarial e política. Usou de todas as suas falácias pra manter o Estado territorialmente integrado. Tá bom, o não venceu. E agora? Qual a proposta desses grupos de imediato para tirar o povo da pobreza e da miséria? Quais as medidas em curto prazo que vão dar uma melhor qualidade de vida a população carente do interior do Estado e das regiões emancipacionistas?
O “SIM” tinha expe
ctativas imediatas de mudança, de desenvolvimento, de aumento da qualidade de vida do povo pobre do interior do Pará. E a partir de agora, com o Estado integral, quais os benefícios que essas populações vão ter? Se o governo não tem 60 reais para aumentar o salário de um professor? Mas apenas um conjunto de ações arbitrárias é que poderiam sufocar ou ser superior aos votos das regiões que clamam por desenvolvimento.
Afinal, foram mais de 90% das populações do Tapajós e Carajás, mostrando o que pensam e o que querem. Foram 1 milhão e 200 mil pessoas que não tiveram seu desejo respeitado.
As regras do plebiscito foram proporcionalmente injustas desde o começo. Sabíamos que seria uma luta entre Davi e Golias, se desse certo, esse plebiscito daria um gás para outros 19 projetos de divisão no Brasil, do contrário, diminuiria ou acabaria com a esperança de todos.
1 milhão e 200 mil pessoas disseram não ao comodismo e falta de respeito do governo do Pará, mas a população agora mais do nunca quer saber, afinal o que o governo do Estado vai fazer?
Fonte: Professor Edivaldo Bernardo.

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