quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Jader Barbalho é empossado no Senado Federal.

Jader Barbalho é empossado no Senado Federal  O senador Jader Barbalho (PMDB) tomou posse no Senado Federal, na tarde de hoje (28), logo após reunião da Mesa Diretora. Jader foi empossado pela presidente em exercício, Marta Suplicy (PT-SP), conforme prevê o Regimento Interno do Senado para posses ocorridas durante o recesso parlamentar. A cerimônia, bastante concorrida, foi realizada no gabinete da presidência do Senado.


A solenidade contou com a presença dos senadores Waldemir Mocka (PMDB-MT), Vicente Claudino (PTB- PI), Vanessa Grazziotin (PCdoB AM), Romero Jucá (PMDB-RR) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA), além dos deputados federais paraenses Asdrúbal Bentes e José Priante, ambos do PMDB.

Após a cerimônia, Jader participou de uma reunião com líderes do PMDB no Senado e concedeu uma entrevista coletiva.

Minutos antes de se encaminhar para a o gabinete da presidência, Jader Barbalho foi entrevistado pela Rádio Clube do Pará. Ele fez um agradecimento a todo o povo paraense e disse que é exclusivamente ao povo que ele deve a conquista do mandato.

O senador também afirmou que suas ações para o Estado do Pará não serão só para o presente, mas visando o futuro do Estado. Jader lembrou da importância de focar a educação da juventude paraense. Ele citou o estímulo da profissionalização técnica das novas gerações.

Jader chegou ao Senado por volta das 14h50 (horário de Brasília), acompanhado pelos filhos Daniel e Giovanna. Durante cerca de 50 minutos, ele aguardou na sala de Calheiros pela chegada do colega, que é líder do PMDB no Senado. A sala ficou lotada de amigos e correligionários de Jader.

Trajetória

Jader Barbalho tem uma trajetória política de mais de 45 anos de trabalho pelo Estado. Iniciou a carreira política como vereador em Belém. Desde então foi deputado estadual, quatro vezes deputado federal, ministro do governo José Sarney no final da década de 80 e governador do Pará por duas vezes. Foi eleito para o Senado pela primeira vez em 1995.

Na eleição de 2010, foi o segundo mais votado no Estado, com 1,8 milhão de votos, mas não pôde assumir o mandato por imposição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que analisou que a Lei da Ficha Limpa já estaria valendo para 2010. A lei, contudo, acabou sendo declarada inaplicável ao pleito de outubro de 2010, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em março deste ano, por seis votos a cinco. Os candidatos que haviam sido barrados, então, entraram com recursos para assumir os cargos para os quais concorreram.

Fonte: DOL

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