1. A quem interessa a divisão político-administrativa do Pará? Interessa a todos que querem o desenvolvimento de toda a região. Pois, convém a todos melhorar a governabilidade, reforçar nossa presença na Amazônia. O governo do Pará terá mais infraestrutura, modernização de governo, e mais dinheiro para investir e atender melhor a população.

2. Mas por que interessaria ao Pará essa divisão?
Os maiores beneficiados serão os habitantes do Pará. Melhora o governo, fortalece o funcionalismo estadual. É a oportunidade de o governo paraense acelerar o desenvolvimento humano e econômico do estado. Fazer a reforma administrativa e remunerar melhor todos os funcionários, civis e militares. Diminuir o déficit fiscal que em 2010 foi de R$ 110 milhões.

O governo estadual pagou R$ 450 milhões de dívidas e contraiu mais R$ 756 milhões de novas dívidas. Sua capacidade de investimentos diminui ano após ano. Então, precisa fazer o ajuste de suas contas públicas. Sair da situação deficitária e pagar o serviço da dívida. E isso será possível com a criação dos novos estados.
 O sistema bancário privado já retornou o expediente normal na manhã de hoje. Amanhã, os bancos públicos como a Caixa Econômica Federal e o Banpará devem reabrir amanhã. O Banco do Brasil da Rui Barbosa também acompanhou a reabertura e funcionou normalmente nesta segunda-feira, dia 17.  Após 21 dias de greve, a direção do movimento da categoria nacional aceitou a proposta apresentada pela Federação Nacional de Bancos (FENABAN).
O fechamento do acordo deve ser formalizado em Assembléia  que deve ocorrer hoje, à 19H, em todas as sedes estaduais. A proposta pela FENABAM foi apresentada na noite de sexta-feira (14), de acordo salarial, que prevê reajuste de 9% dos salários a partir de 1º de setembro de 2011, assegurando aumento real pelo oitavo ano consecutivo. O piso salarial para bancários que exercem função de caixa passa para R$ 1.900,00, para jornadas de seis horas. Para a função de escriturário, o piso salarial passa para R$ 1.400,00.