quarta-feira, 11 de abril de 2012

Hugo de Mendonça poderá virar calçadão.

Realidade da via comercial de Itaituba. 
Projeto deu certo em Santarém.   
  O transito na rua Dr. Hugo de Mendonça foi motivo de audiência ontem na camara. Existe uma forte tendência a tornar a tornar avia apenas um calçadão, utilizado somente por pedestres.
 Circular pela rua Dr. Hugo de Mendonça é um verdadeiro desafio, seja de carro, moto ou mesmo a pé o risco é visível. com o aumento da frota de veículos itaitubense e a chegada de um numero maior de carros pesados, o espaço parece estar cada vez menor.
Tudo isso aliado a calçadas inapropriadas e a objetos que são colocados em via publica, descumprindo o código de postura do municipio, dificulta a situação ainda mais. 
  A situação ficou mais evidente depois da morte da empresaria Michele, vitima de um atropelamento em pena via comercial, mais este foi apenas um dos episódios registrados aqui. Ontem mesmo esta caminhonete acabou se colidindo com a traseira de um ônibus. Os próprios agentes de transito reconhecem que a situação esta insustentável, controlar esta rua esta cada pior, principalmente quando o motorista não faz sua parte.  
 A camara tentou ontem colocar em pauta um projeto que pode mudar este cenário na principal rua do comercio local, a idéia do legislativo é tornar a Hugo de Mendonça apenas um calçadão, onde só pedestres poderão circular, aos carros ficariam destinados apenas as travessas, como acontece em Santarém. A idéia trouxe opiniões divergentes e os vereadores pediram um pouco mais de tempo para avaliar a proposta.
 Na audiência publica de ontem foram convidadas diversas entidades, mais apenas uma numero reduzido estava representada para definir uma questão tão importante. A coordenadoria  transito tem pelo menos tres propostas para organizar o transito na Hugo de Mendonça
 O vereador peninha acha que a melhor maneira é realmente tornar a Hugo de Mendonça apenas para pedestres e  criar outras alternativas de estacionamentos nas travessas, ele foi apoiado pela maioria, mais os vereadores querem estudar os impactos na comunidade, principalmente no comercio.

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