O Ministério Público Federal (MPF)nunciou Ademar Baú e o ex-tesoureiro municipal Gilberto Seben por desvio de recursos que deveriam ter sido aplicados em estradas de assentamentos.
O ex-prefeito de Trairão (PA) Ademar Baú foi acusado pelo MPF pelo crime de desvio de verbas públicas e por improbidade administrativa. As duas ações foram encaminhadas à Justiça Federal na quinta-feira. Segundo o MPF, Baú teria desviado R$ 375,8 mil em recursos provenientes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O ex-tesoureiro do município Gilberto Seben também é acusado nas duas ações pelas mesmas ilegalidades.

A direção executiva do PSD e do PSDB em reunião realizada nesta quinta-feira(17) na capital do estado sacramentou a chapa encabeçada pelos dois partidos para a disputa da prefeitura de Itaituba. A professoraEleine Nunes terá como companheiro de chapa o vereador Dico do PSDB.



Finalmente , o apagão da telefonia celular em Novo Progresso esta quase chegando ao fim. Segundo informações, dão conta que o sinal da operadora VIVO já é realidade em nossa cidade, assim finalmente os usuários da telefonia celular agora têm mais uma opção para escapar dos apagões constantes originado pelas operadoras que prestam este  serviço em nossa cidade.

Esperança  agora com  a inclusão do sinal da vivo que realmente melhore este serviço no município, que atualmente é muito deficitário. Agora são três empresas que prestam este serviço no município, TIM,CLARO e VIVO.

46 espoletas detonadoras foram apreendidas na região garimpeira de Santa Vitória
Policiais civis da Seccional Urbana  de Itaituba, Oeste do Pará, flagraram o gaúcho Luiz Carlos Amaral da Silva, de apelido “Carlinhos”, 53 anos, com 46 espoletas detonadoras consideradas material explosivo. O flagrante se registrou na região garimpeira de Santa Vitória, zona rural de Itaituba.
Luiz Carlos foi apresentado ao delegado Alexandro Napoleão Sant’Ana, diretor da 19ª Seccional, que estava à frente da operação policial. “Carlinhos” foi autuado com base no inciso III, do parágrafo único, do artigo 16, do Estatuto do Desarmamento, por posse irregular de munição. “O crime tem pena superior a 4 anos de reclusão, portanto inafiançável pela autoridade policial”, explicou o delegado.