Na Sexta Feira Santa uma mulher, de 20 anos de idade, aparentando embriaguês, na travessa 13 de Maio com primeira rua do bairro Bela Vista, invadio com um carro a procissão da Via Sacra, colocando em risco os fiés, segundo a senhora Sandra, uma das organizadoras do evento, que se reportou ao fato no final do evento como sendo uma tentativa de homicídio contra o pessoal da CONTRI. O evento só teve prosseguimento após a prisão da motorista pela Polícia Militar.

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 Uma quadrilha especializada em diversas modalidades de crimes foi presa pela Polícia Civil em Santarém, no oeste do Pará, na manhã desta terça-feira (2). Segundo informações da polícia, a operação "Caixa Preta" resultou na prisão de seis pessoas, entre elas um policial militar, apontado como o líder do bando e responsável pelo planejamento dos crimes.

O grupo é suspeito de praticar crimes como arrombamentos de cofres e de caixas eletrônicos, assaltos em via pública, roubos de motocicletas, fornecimento de armas de fogo e veículos para assaltos e ainda comércio ilegal de munições. De acordo com a polícia, a base de atuação da quadrilha era
Santarém, mas eles tinham parceria com assaltantes do Amazonas, de quem recebiam apoio para praticar crimes na região oeste do Pará.
O governador Simão Jatene reassumirá o cargo amanhã, após 30 dias de licença médica. Em 27 de fevereiro, ele foi submetido a um procedimento cirúrgico, em São Paulo, para desobstruir uma artéria do coração. A licença foi autorizada pela Assembleia Legislativa do Pará. O vice-governador Helenilson Pontes exerceu o cargo nesse período. Na volta ao batente, Jatene encara a tarefa de nomear o novo procurador geral de Justiça, dentre a lista de dois nomes enviada pelo Ministério Público do Estado. Outro desafio será a confirmação do novo líder da base aliada no Legislativo.
Florestafloresat
FlorestaNos dias 03 e 04 de abril, no Hotel Fazenda Maloquinha, Rodovia Transamazônica sentido Jacareacanga, localizado a 17 quilômetros da sede do município de Itaituba, Pará, acontece a última oficina regional para discutir a Política Estadual de Manejo Florestal Comunitário e Familiar (PEMFCF) que está sendo elaborada pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará (Ideflor-PA) em parceria com um Grupo de Trabalho formado por mais de 15 instituições, entre organizações governamentais, não-governamentais, universidades, órgãos públicos e bancos.
 O Tribunal de Justiça do Pará suspendeu na última semana a liminar judicial concedida ao Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sindpol) que desobrigava os investigadores a registrarem boletins de ocorrência nas unidades policiais, como seccionais urbanas e delegacias de polícia do estado. A decisão foi informada na manhã desta terça-feira (02).

Com a determinação, emitida pelo desembargador Roberto Gonçalves de Moura, o investigador de polícia será novamente obrigado a registrar o boletim de ocorrência, na ausência ou impossibilidade de o escrivão realizar a tarefa, sem prejuízo das atividades profissionais. A medida é amparada pela Resolução de número 003, de 2012, do Conselho Superior da Polícia Civil do Pará (Consup).

Falsas e antigas promessas de desenvolvimento têm sido argumento para convencer a população a aceitar a construção do Complexo Hidrelétrico Tapajós. O projeto ameaça pelo menos 32 comunidades, além e dois mil quilômetros de território indígena.

Na região Oeste do Pará, povos, territórios, etnias e culturas diferentes enfrentam um problema em comum: o projeto do Complexo Hidrelétrico Tapajós. Os planos para construção de sete usinas hidrelétricas, a partir de barragens no rio Tapajós e Jamanxim, ameaçam pelo menos 32 comunidades, além e dois mil quilômetros de território indígena, principalmente da etnia munduruku.

Povo Munduruku anuncia: “Vai ter guerra”

Foto do ataque da Polícia Federal e Força Nacional que resultou na morte de Adenilson Munduruku, na aldeia Teles Pires, em novembro de 2012. Foto: Comunidade Munduruku.(Foto CIMI)

Com presença da Força Nacional para garantir os estudos de impacto ambiental da hidrelétrica no rio Tapajós, indígenas se sentem “traídos” pelo governo federal, temem enfrentamento e afirmam: “nós vamos dizer como queremos ser consultados”.
 Os servidores públicos do municipio de Itaituba vem lutando por um reajuste digno a bastante tempo, mais foi na administração de Eliene Nunes que o percentual cobrado por eles foi equiparado ao salário de servidores públicos de municípios do mesmo porte de Itaituba.
Sem greve nem manifestação bastou o dialogo para que se chega-se a um entendimento justo que garantisse não a satisfação dos servidores mais a possibilidade de cumprimento do acordo.