A Polícia Civil autuou em flagrante, por receptação de moto roubada, o autônomo Wellington do Nascimento Castro, 25 anos, amazonense, e o oleiro Bruno Pereira Lima, 24, paraense. Os dois foram flagrados, em Rurópolis, oeste do Pará, por uma guarnição da Polícia Militar sob comando do cabo Everaldo Vieira da Silva, de posse do veículo roubado em Santarém, na mesma região. A dupla estava em uma feira livre de posse do veículo modelo Honda Bros, cor preta. A moto está com registro de roubo feito no dia 5 de abril deste ano.
Advogado José Antunes
Advogado José AntunesMesmo sendo uma região rica nas últimas 6 décadas, com bom ranking na economia do País, com significativa extração de ouro, a impressão que fica é que somos alijados, esquecidos dos governos Federal e Estadual.
A polêmica é nova, mas o primeiro processo de ordenamento da atividade garimpeira é bem antigo. De acordo com o presidente da AMOT, advogado José Antunes, remonta a 30 de Outubro de 1957 quando foi publicada a Lei 3.295 assinada pelo presidente Juscelino Kubitschek e criando a Fundação de Assistência aos Garimpeiros (FAG). O presidente da AMOT relembra que a FAG foi criada com a finalidade de retirar o garimpeiro da informalidade, bem como também inseri-lo no sistema previdenciário.
(Foto: Arquivo/DOL)
Celpa programa desligamento em municípios do oeste (Foto: Arquivo/DOL)Os municípios de Mojuí dos Campos, Belterra, Santarém, Prainha, Itaituba, Uruará, Placas, Medicilândia e Trairão, no oeste paraense, vão ficar sem energia elétrica das 5h às 7h30 do próximo domingo (5).
De acordo com a Celpa (Centrais Elétricas do Pará), em Mojuí dos Campos, a interrupção no fornecimento de energia elétrica abrangerá tanto a zona urbana como rural. Já em Belterra atingirá parcialmente localidades ao longo da BR-163, do Km 26 ao Km 145, que reúne as comunidades Amapá, São Francisco da Volta Grande, São Pedro, Nova Aliança, São Jorge e Pau Rosa.
O auditório ficou lotado para a audiência (Foto: Pedro Fernandes)
Tensão marca audiência pública em Itaituba (Foto: Pedro Fernandes)Tensão e muita discussão marcaram a audiência pública sobre o decreto 714 do governo do estado. O evento aconteceu nesta sexta (3), no ginásio municipal de Itaituba, no oeste paraense.
Milhares de pessoas lotaram as arquibancadas e a quadra, para acompanhar os pronunciamentos de políticos, empresários, representantes de entidades de classe e lideranças de vários segmentos. Os prefeitos de Itaituba, Jacareacanga e Trairão foram os primeiros a se pronunciar, defendendo a revogação ou, no mínimo, a revisão do Decreto 714, do governo paraense, que estabelece novos critérios para a garimpagem na região do rio Tapajós. O decreto reforça a proibição da exploração mineral nas margens dos afluentes do rio Tapajós.

 O secretário José Colares ouviu calado, uma enxurrada de críticas contra o governo do Estado, o qual ele representava na ocasião da audiência publica. Vinha bombardeio de todos os lados.

O presidente da Câmara de Itaituba, vereador Wescley Tomaz foi anunciado como o próximo orador a usar o microfone. Ele começou citando que o pai da prefeita Eliene Nunes foi garimpeiro. Em seguida disse que Itaituba pedia socorro ao governo do Estado.

Quando Wescley perguntou ao titular da SEMA, se ele vestiria a camisa da campanha pela legalização do garimpo, que muita gente estava usando no local, José Colares levantou-se rapidamente, tomando o microfone da mão do vereador.
Dudimar Paxiuba A audiencia foi cheia de discursos repetidos e de ataques em um verdadeiro palanque político
 Tensão e muita discussão marcaram a audiência pública sobre o decreto 714 do governo do Estado. O evento aconteceu na sexta-feira (03), no ginásio municipal de Itaituba, no Oeste paraense.
Milhares de pessoas lotaram as arquibancadas e a quadra, para acompanhar os pronunciamentos de políticos, empresários, representantes de entidades de classe e lideranças de vários segmentos. Os prefeitos de Itaituba, Jacareacanga e Trairão foram os primeiros a se pronunciar, defendendo a revogação ou, no mínimo, a revisão do Decreto 714, do governo paraense, que estabelece novos critérios para a garimpagem na região do rio Tapajós. O decreto reforça a proibição da exploração mineral nas margens dos afluentes do rio Tapajós.