A Cooperativa de Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp) acaba de sofrer intervenção judicial. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (11) pelo juiz de Direito Danilo Alves Fernandes, de Curionópolis. O pedido de intervenção foi feito pelo Ministério Público Estadual do Pará (MPE).
O juiz declarou em sua sentença que tomou a decisão em virtude dos indícios de gestão “danosa/nociva/desastrosa” por parte da diretoria da Coomigasp; para preservar a sociedade em geral e os garimpeiros/cooperados das mazelas advindas desta situação; e por ter a cooperativa deixado de cumprir um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o MPE.
O juiz nomeou o administrador Marco Alexandre Moraes Mendes como interventor, pelo período de seis meses.
Vítima levou um soco no olho esquerdoQuanto custa um soco no olho, ou uma ofensa verbal que vilipendia a honra e dignidade de uma mulher? A Lei diz que dependendo da gravidade da agressão o agressor para não ficar preso precisa pagar fiança a partir de um salário mínimo arbitrado pelo delegado ou a justiça. Mas a Lei Maria da Penha tem dois fatores: um positivo e outro negativo. O negativo é que a Lei não vem intimidando e nem ajudando a minimizar a agressão contra as mulheres.
O juiz da 3ª Vara Criminal da Comarca de Itaituba, Sidney Pomar Falcão, condenou à prisão cinco pessoas acusadas de assassinar o índio Lelo Akay, da etnia munduruku. A informação foi divulgada pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPE/PA) nesta sexta-feira (11).

O crime ocorreu no dia 23 de junho deste ano, e os suspeitos foram denunciados à Justiça por crime de latrocínio. O assassinato provocou a revolta dos indígenas no município de Jacareacanga, no sudoeste do Pará, por conta da liberação dos acusados e a ausência da polícia administrativa. Após a revolta, foi construída pelo Governo Estadual uma unidade de polícia integrada no município.