Embarcações têm estrutura precária (Foto: Rogério Uchôa/Diário do Pará)
(Foto: Rogério Uchôa/Diário do Pará)Na Amazônia, a maior parte dos barcos que navegam pelos rios tem estrutura precária. As principais razões para o grande número de acidentes são: tripulação sem habilitação; superlotação; desrespeito às condições climáticas; e embarcações fora das especificações da Capitania dos Portos.Para lembrar, um dos mais graves acidentes aconteceu em 1981 com o navio Sobral Santos II, no porto de Óbidos.
O barco saiu de Santarém com destino a Manaus no começo da noite. Antes do amanhecer, ao atracar em Óbidos, o navio virou. No acidente morreram entre 250 e 300 passageiros, mas a tragédia não bastou para evitar os riscos que até hoje correm os que se aventuram por este meio de transporte na rota entre Manaus e Belém, a mais concorrida da hidrovia.
Os arraiais políticos parauaras estão em brasa. Nem mesmo a proximidade do  Círio de Nazaré tem arrefecido o ímpeto de uns e outros. Na base aliada ao governo, o desenho definido após o prazo final para mudanças de partido confirmou suspeitas e aprofundou fraturas. Há conversas febris nos bastidores, grupos tratando de se fortalecer para o embate – interno – em 2014.
No ninho tucano, o governador Simão Jatene, mais do que nunca, é candidato. Houve um tempo em que cogitou não ser. Afinal, quem o conhece sabe que ele jamais defendeu a reeleição.