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Cerca de 50 índios Munduruku de aldeias do Alto e Médio Tapajós, no Pará, ocupam desde o início da tarde desta terça-feira (10), a sede da Advocacia-Geral da União (AGU).
Os indígenas querem a revogação da Portaria 303, que trata da demarcação da Terra Indígena Munduruku no Médio Tapajós e que a AGU não recorra da decisão do juiz Illan Presser, da 1ª Vara da Justiça Federal de Mato Grosso, que suspendeu o leilão da Usina Hidrelétrica de São Manoel, no Rio Teles Pires. O leilão estava marcado para acontecer nesta sexta-feira (13).
Se construída, a usina, localizada na divisa entre os estados do Mato Grosso e do Pará, inundará aldeias e locais sagrados dos povos Kayabi e parte das aldeias Munduruku.