segunda-feira, 14 de julho de 2014

Três dias após assalto a banco em Placas, ninguém foi preso


Após três dias do assalto a uma agência bancária em Placas, município localizado a aproximadamente 300 km de Santarém, oeste do Pará, nenhum suspeito ainda foi preso. A polícia busca pistas do paradeiro dos integrantes da quadrilha que fez funcionários e policiais militares reféns para fugir, levando cerca de R$ 600 mil, na última terça-feira (8).
A polícia ouviu depoimentos das vítimas e testemunhas do crime e ainda irá ouvir outras pessoas. “Várias pessoas foram ouvidas, foram feitos vários termos de reconhecimento por fotografias e as investigações continuam. Temos um prazo para a conclusão do inquérito policial”, informou o diretor do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI), delegado Silvio Birro.

As buscas na área onde possivelmente a quadrilha está escondida não pararam. Uma equipe composta por cerca de 20 policiais está revezando na procura dos bandidos pela mata. Segundo a polícia, a área foi cercada e barreiras foram colocadas nas estradas.A polícia investiga se a quadrilha de assaltantes é de outros estados do país. De acordo com o investigador da PC de Placas, Fagner André dos Anjos, cerca de oito homens fazem parte da quadrilha, sendo um ou dois da região.
Moradores informaram à polícia terem avistado um helicóptero voando baixo antes e depois do crime. A Polícia apura informações mais detalhadas para identificar se a aeronave vista não foi confundida com o helicóptero do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) ou se realmente se trata de uma opção de fuga dos assaltantes.
Entenda
O assalto ocorreu na manhã do dia 8 de julho, quando os bandidos encapuzados e fortemente armados fizeram abordaram policiais militares e fizeram eles e funcionários como reféns enquanto assaltavam o banco. Houve troca de tiros com a polícia. Os assaltantes fugiram em dois carros, sendo que um prestava serviço para a agência. Segundo o delegado Vital, o gerente informou em depoimento que os bandidos levaram cerca de R$ 600 mil.

A polícia informou que os criminosos fugiram em direção a Rurópolis e liberaram os reféns no início da tarde. Policiais do Grupamento Tático Operacional (GTO) de Santarém foram enviados para dar reforço. A quadrilha entrou na mata pela vicinal 59, distante 5 quilômetros da cidade.

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