domingo, 26 de outubro de 2014

Helder agradece votos e diz que prioridade é melhorar serviços

Helder Barbalho vota no Pará acompanhado da família (Foto: Alexandre Yuri / G1)Helder Barbalho votou acompanhado da família
(Foto: Alexandre Yuri / G1)
O candidato derrotado nas urnas, Helder Barbalho (PMDB), agradeceu o apoio da população durante o primeiro e segundo turnos. "Agradeço ao povo do Pará, aqueles que acreditaram no projeto. Lamento que não tivemos êxito e sucesso, mas temos a convicção que cumprimos um belo papel", disse o candidato, que agradeceu o apoio de políticos da base aliada, da presidente reeleita Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Helder teve 48,08% dos votos válidos, contra 51,92% do governador reeleito, Simão Jatene (PSDB). Na votação deste domingo (26), o candidato do PMDB obteve 1.721.479 votos, cerca de 74 mil votos a menos do que no primeiro turno, quando foi o candidato mais votado. Veja apuração completa.
Segundo Helder, a mensagem das urnas é que grande parte da população deseja mudanças no estado. "Tenho absoluta compreensão dos recados que as urnas nos apresentam. Um recado muito claro em que a população paraense, praticamente na sua metade, fez opção por aquilo que nós apresentamos, a mensagem da mudança", ponderou. "Nós estaremos a prosseguir nesta caminhada e nesta luta."
Ele também disse que irá liderar a oposição ao atual governo. "O importante, no meu entendimento, é que a sociedade paraense fez a sua opção, e esta opção deve ser respeitada. E a mim cabe a responsabilidade de exercer a posição política, efetivamente continuar na militância política, na atividade política, cumprindo a minha responsabilidade."
De acordo com o candidato, ainda é cedo para afirmar se ele irá disputar as eleições de 2016. "Continuo lutando para que o governo cheque em todo o estado. Esta é uma missão que continuarei fazendo", afirmou. "Eu, como alguém com responsabilidade de representar a mudança, estarei ativo a defender que as coisas melhorem. Tenho clareza de minha missão e não vou arredar o pé."

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