A busca pelo avião bimotor que desapareceu com cinco pessoas a bordo está sendo prejudicada pela densidade da floresta. De acordo com a Secretaria Municipal de Assuntos Indígenas de Jacareacanga, que auxilia nas buscas, ter acesso às áreas de mata fechada onde possa estar a aeronave é “quase impossível”. “É uma área de mata densa, íngreme, acidentada. O acesso é quase impossível. Estamos exaustos. A mata até prejudica a cabeça da gente. Mas não iremos esmorecer”, declarou o secretário Ivânio Nogueira em entrevista ao G1 nesta quinta-feira (20).
Equipes fazem busca próximo a comunidade indígena. 
 O terceiro dia de buscas foi encerrado, nesta quinta-feira (20), sem que fosse achada qualquer pista sobre o avião que caiu na última terça-feira (18), próximo ao município de Jacareacanga, sudoeste paraense.
Índios da comunidade próxima ao município afirmam que ouviram um estrondo, que possivelmente possa ser da queda do avião. Porém, as equipes de busca foram até o local hoje e não encontraram a aeronave.
 A família da passageira Luciney Aguiar de Sousa, 40 anos, reclama da demora em localizar o avião que desapareceu emJacareacanga, sudoeste do Pará. As buscas entram no terceiro dia nesta quinta-feira (20).
Segundo o pai da técnica em enfermagem, Ramiro Ferreira Aguiar, a família soube do sumiço do bimotor por parentes que moram em Itaituba, e desde lá, a preocupação e ansiedade por informações têm tirado o sono. “A gente só espera, só espera e não tem decisão de encontrar avião. Não encontram ninguém e é assim desse jeito. Estamos sofrendo, não durmo a noite”, disse angustiado.
Agência Pará
Pedacinho dos Estados Unidos, na década de 1920, transplantado para o coração da floresta amazônica”. Assim a jornalista inglesa Kiki Deere, do guia de turismo “Rough Guides”, define a vila de Fordlândia, no oeste do Pará.


A jornalista foi recebida em Belém, em fevereiro passado, pela Companhia Paraense de Turismo (Paratur), que apoiou a reportagem nos principais municípios das regiões turísticas de Belém, Amazônia Atlântica, Marajó e Tapajós.


Mistério- Aeronave que decolou de Novo Progresso com destino a Telêmaco Borba (PR) no dia 19 de fevereiro nunca mais foi visto.
Algumas hipóteses iniciais sugeriram que o avião pudesse ter sofrido um acidente entrando no mau tempo e ao desviar acidentou e caiu, a família ainda acredita em encontrar o piloto Daniel Martins Alves de 55 anos com vida.

No plano de voo, ele deveria passar em Rondonópolis (MT) para reabastecimento antes de seguir viagem até o Paraná.

As buscas foram suspensas pela FAB no dia 1º de março. De acordo com a assessoria de imprensa da entidade, não foram encontrados indícios da aeronave.