Um dia após os assassinatos de 9 pessoas ocorridos após morte de um PM nesta terça-feira (4), o clima na cidade ainda era de insegurança. As ruas estavam vazias, as paradas de ônibus com poucos passageiros e estabelecimentos de diversão, como bares, tinham poucos clientes.

A empresária Naishila Macedo, proprietária de um bar na Cidade Velha, conta que assim que começaram a circular nas redes sociais informações sobre a morte do PM Antônio Figueiredo, os clientes foram embora e ela precisou fechar o estabelecimento mais cedo.
 A promotoria de Justiça Militar denunciou mais 20 policiais militares acusados de envolvimento em venda de bens públicos e desvio de doações. A fraude teria gerado ao cofre público um prejuízo em torno de R$ 15 milhões.   segundo a Justiça, a Coronel da PM Ruth Léa Costa Guimarães e o Sargento Raimundo Nonato Sousa de Lima mantinham um negócio de venda de viaturas usadas em conjunto com o civil Nicanor Joaquim da Silva. As viaturas – doadas a instituições filantrópicas – eram declaradas inservíveis e vendidas por Nicanor, esquema este acobertado pela Coronel Ruth Léa.
Leandro Coelho
 Terminou o julgamento de Leandro Coelho, assassino do promotor de eventos conhecido como Boboya.


O juiz Sidney Falcão proclamou a sentença de 18 anos em regime fechado, dos quais ele já cumpriu um.

O advogado de Leandro, José Luiz, disse que a defesa se considera satisfeita com a pena, uma vez que o Ministério Público pediu a pena máxima para o caso que é de 30 anos.