sábado, 24 de outubro de 2015

Com impasse, bancários ainda negociam fim da greve

A compensação dos dias parados é o grande impasse das negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), em São Paulo. Os trabalhadores reinvindicam o abono total dos dias parados e pediram que a instituição construísse uma nova formulação sobre os dias parados, mas até este sábado (24) não havia nenhuma resposta concreta da patronal .

Durante a reunião de ontem, a Fenaban apresentou proposta de aumento salarial de 10% e reajuste de 14% sobre os vales-refeição e alimentação. No caso da correção dos vencimentos, houve uma pequena elevação sobre a última proposta, definida em 8,75%, mas que foi rejeitada pela categoria. O Sindicato dos Bancários do Pará aguarda o resultado final da reunião para tomar uma decisão. No Pará, a greve da categoria atinge 429 agências bancárias e já considerada o maior movimento paredista dos últimos anos.
Os bancários reivindicavam, inicialmente, reajuste de 16% (aumento real de 5,6%), com piso salarial R$ 3.299,66 e Participação em Lucro e Resultados de três salários-base, mais parcela adicional fixa de R$ 7.246,82. A categoria também pede vale-refeição e vale-alimentação no valor de R$ 788 e melhores condições de trabalho, com o fim das metas individuais.
Veja como está a negociação com outros bancos no Pará: 
BB e Caixa – As rodadas de negociação específicas do Banco do Brasil e da Caixa Federal começam quando se encerrar a da Fenaban.
Banpará – Após rejeição da proposta, o banco emitiu comunicado informando que “retira, integralmente, a referida proposta (inclusive o abono das faltas), para seguir, estritamente, o posicionamento da Fenaban”.
Banco da Amazônia – Ainda não sinalizou nenhuma nova rodada de negociação.

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