segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Dinheiro achado em veículo será depositado em banco de Santarém

Dinheiro ficará guardado até que seja concluído o inquérito que investiga o caso. (Foto: Adonias Silva/G1)
O dinheiro encontrado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no fundo falso de uma caminhonete será depositado em juízo, em uma agência bancária de Santarém, oeste do Pará, ainda nesta segunda-feira (19). Segundo a Polícia Federal, o dinheiro ficará guardado até que seja concluído o inquérito que investiga o caso.

O veículo foi abordado durante uma operação da PRF no km 977 da Rodovia Transamazônica, próximo ao município de Rurópolis. Em uma revista pessoal, foram encontrados cerca de R$ 5 mil com o passageiro do veículo. Outras cédulas foram encontradas embaladas em tabletes escondidos dentro de um pulverizador portátil de veneno, além das que estavam camufladas na carroceria.
Suspeitos liberadosO dinheiro estava armazenado em malotes envolvidos com sacos plásticos e presos com ligas. Agentes da PRF e da PF fizeram a separação por notas, para a contagem em uma máquina. O total deve ser divulgado ainda nesta segunda. A estimativa inicial dada pela PRF é R$ 600 mil.

O motorista e o passageiro foram detidos, levados a Delegacia da PF em Santarém para prestar depoimento em seguida foram liberados. "Durante a abordagem os suspeitos se mostraram muito nervosos e a partir daí os agentes, muito experientes, começaram a fazer uma revista mais cautelosa, mais detalhada, quando foi encontrado todo esse montante”, afirmou o agente da Polícia Federal, Uilsses Tavares.


 Dinheiro estava armazenado no fundo falso da caminhonete, que está apreendida na PF (Foto: Adonias Silva/G1)Ainda segundo Tavares, questionados sobre a origem do dinheiro, os suspeitos não souberam afirmar a quem pertencia. “Eles disseram que não sabiam que existia o dinheiro na carroceria, que a caminhonete não era deles e sim de um terceiro, que estavam apenas fazendo o transporte do carro. Como não houve um crime a qual eles pudessem ser autuados em flagrante, eles foram apenas ouvidos, liberados e vão responder o caso em liberdade até a conclusão do inquérito”, conclui.
do g1 para 

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