Projeto da hidrelétrica de São Luiz do Tapajós
Projeto da hidrelétrica de São Luiz do Tapajós
O Ministério Público Federal apresentou contestação ao Tribunal Regional Federal da 1a Região, em Brasília, para que a Fundação Nacional do Índio seja obrigada a dar prosseguimento ao processo de demarcação da Terra Indígena Sawré Muybu, dos índios Munduruku, em Itaituba, Oeste do Pará. O território será alagado em caso de construção da usina hidrelétrica São Luiz do Tapajós e o reconhecimento dele é crucial para que os direitos dos índios sejam reconhecidos no licenciamento da barragem.
Maxweel Rodrigues Brandão, ex-prefeito de Placas (Foto: Divulgação)
O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça com ação por improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Placas, no oeste do Pará, Maxweel Rodrigues Brandão, por não atender pedido de apresentação de documentos sobre licitação feita com R$ 281 mil em recursos repassados pelo governo federal ao município para o transporte escolar.
O ex-prefeito também é acusado de extraviar documentos públicos que deveriam ter continuado na prefeitura após o término do mandato dele em dezembro de 2012.


O crime chocou a opinião pública pelo requinte de crueldade com que foi cometido. Na manhã de sábado, o corpo de um recém-nascido parcialmente enterrado na areia, foi encontrado em frente a uma oficina, às proximidades de um motel, na 32ª Rua do bairro Santo Antônio. Uma guarnição da Polícia Militar foi destacada para preservar o local. As investigações foram desenvolvidas pela própria PM, mas com poucas informações. Já na noite de segunda-feira, dois dias depois do crime, uma informação levou a polícia até a jovem Ana Cláudia Delmonte Pereira, de 21 anos de idade. Ela estaria começando a trabalhar em uma casa noturna na travessa 13 de Maio. Foram feitas as primeiras incursões, mas sem resultado. Em seguida, uma nova informação alertava a polícia. A jovem havia confessado o crime para as colegas de trabalho, e as mulheres já se mobilizaram para fazer justiça com as próprias mãos. Minutos depois, a PM faz a detenção da acusada. Ela foi interrogada e logo admitiu a culpa.



Até o momento, não foi dada uma explicação lógica que possa esclarecer o que vem acontecendo no manancial conhecido como "lagoa do Irajá", localizado às proximidades do bairro Vitória Régia, na antiga invasão do Botinha. Nos últimos dois dias, milhões de peixes de pequeno tamanho e de várias espécies morreram. Moradores dos arredores foram surpreendidos pelo fenômeno, que deixou uma grande preocupação, principalmente porque o local era considerado como uma alternativa para pessoas de baixa renda, que sempre pescavam para complementar a sua alimentação.