segunda-feira, 6 de junho de 2016

Mais de 3 mil realizam vestibular para medicina em Altamira

Mais de trê mil candidatos realizaram neste domingo (5) a prova para o novo curso de Medicina da Universidade Federal do Pará (UFPA), em Altamira, sudoeste paraense. A graduação oferta 60 vagas e deve se tornar regular a partir de 2017.
A prova de hoje teve 45 questões, sendo nove de cada uma das disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia e Literatura. A segunda etapa está marcada para o dia 3 de julho e terá 45 questões das disciplinas de áreas  específicas ligadas à Medicina. São, portanto, 15 questões de Biologia, 15 de Física e 15 de Química. Já a terceira e última etapa envolve uma prova de redação, marcada para o dia 31 de julho. Todas as etapas serão eliminatórias e classificatórias.

Pelo menos 3.600 candidatos se inscreveram para a prova, mas 426 faltaram ao exame. Isso representa 12% do total de candidatos inscritos. Também desse total, 25% dos candidatos eram de Altamira e 80% de outras partes do estado. Uma candidata chegou a passar mal por causa do calor, mas foi socorrida por uma equipe do Corpo de Bombeiros e passa bem. 
As aulas para os futuros calouros de Medicina devem começar no segundo semestre letivo da UFPA, que, este ano, se inicia no mês de outubro, em razão do calendário de reposição de aulas, necessário pela greve de professores e técnicos da UFPA, em 2015. De acordo com a professora Rosemar Luz, atual representante da graduação, o curso vai se tornar permanente nos próximos anos e já prevê a oferta de mais 60 vagas para ingresso em 2017.
O projeto pedagógico do curso está em fase de finalização, o curso de Medicina já conta com 12 professores efetivos e com cinco concursos em edição, além de contar com a colaboração de docentes do curso de Medicina de Belém e de áreas afins na UFPA.
O curso possui, também, sede própria, com salas de aula e laboratórios, a qual fica no Campus de Altamira, onde são sediados os demais cursos locais. O primeiro prédio sede foi inaugurado no final de 2014 e os recursos para sua implantação vieram do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX), que reúne órgãos e entidades federais, do Estado do Pará, governos municipais e sociedade civil.

Nenhum comentário:

Postar um comentário