Ferrovia não terá Santarém como destino, mas sim Miritituba.
Plano prevê que a ‘Ferrogrão’ siga o traçado da rodovia, ligando o Mato Grosso ao Pará; promessa era de que a BR­163 estaria asfaltada até 2015, mas, sem a pavimentação, soja continua a ser exportada por Paranaguá (PR) e Santos (SP) Sem conseguir entregar a pavimentação de uma rodovia que promete revolucionar o escoamento de grãos do País, a BR­163, o governo decidiu agora assumir um compromisso bem mais complicado: construir uma ferrovia de 1.140 quilômetros, estimada em R$ 10 bilhões, bem ao lado do traçado da estrada. O plano prevê que os trilhos comecem a ser lançados em Lucas do Rio Verde, no coração da soja do Mato Grosso, e avancem rumo ao norte do País, até chegarem em Itaituba, no Pará, onde está em construção um polo logístico, nas margens do Rio Tapajós.
Uma decisão liminar assinada pelo juiz federal Paulo César Moy Anaisse na última quinta-feira (4) determina que União e o Estado devem passar a oferecer ensino médio diferenciado para indígenas do oeste do Pará. O processo do Ministério Público Federal (MPF) foi enviado à Justiça Federal em Itaituba em dezembro e a decisão divulgada nesta quarta-feira (10) pelo órgão.
Os cursos devem estar disponíveis dentro de 90 dias, no máximo. O prazo para cumprimento das determinações começa a contar assim que a União e o Estado forem oficialmente notificados. Em caso de descumprimento, a multa é de R$ 50 mil por dia.